Na história da humanidade houve um momento
onde grandes atividades intelectuais floresceram. Um momento marcado por uma
forma de pensar que ganhava força e se estabelecia. Essa forma de pensar que
tirou o homem da marginalidade do pensar e agir e o procurou colocá-lo no
centro foi chamado Humanismo. O Humanismo, expresso nas Artes, Letras,
Filosofia, Música, Religião e Ciência foi chamado de Renascimento.
Assim, presente resenha tem como objetivo, apontar algumas das principais características do Humanismo e como desencadearam no Renascimento, além de citar alguns dos grandes nomes responsáveis pelas mudanças profundas ocorridas na Europa a partir do século XIV, marcando a passagem do pensamento medieval para o moderno.
O Humanismo e o Renascimento do Homem
Houve um momento na História da Europa marcada pelo desejo de ruptura com o pensamento medieval vigente. E dessa busca surgiu uma nova visão de mundo expressa por um movimento que abrangeu a cultura de uma forma geral onde o homem passou a ser o centro das atenções intelectuais.
O pensamento teocêntrico de uma sociedade fortemente influenciada pela Igreja Católica, pela pobreza da maior parte da população e com uma situação social inferior da burguesia, começou a dar lugar ao antropocentrismo, reagindo contra os padrões culturais de então.
Marcada pela valorização da Antiguidade Greco-Romana Clássica, não se tratando apenas de resgatar uma estética específica, mas a busca de uma inspiração para atingir seus fins, foi um movimento de glorificação do homem: o Humanismo.
Seus principais protagonistas, os chamados humanistas, foram os intelectuais provenientes da burguesia, eclesiásticos, professores, literários, entre outros que não mais aceitavam os valores da Idade Média e a partir do fim do século XIV, (primeiramente na Itália), desenvolveram estudos e diversas obras tendo o homem e a natureza como principal temática promovendo um progresso considerável em diversas áreas do conhecimento, inclusive da Ciência.
Alguns fatores, segundo Aquino et al (1993), apesar de secundários contribuíram para a difusão do Humanismo:
O aperfeiçoamento da imprensa, que possibilitou a impressão de clássicos gregos e romanos e popularizando os livros;
A decadência de Constantinopla com as Cruzadas, acarretando o êxodo de intelectuais bizantinos a grande afluxo de textos antigos para a Itália, berço do Humanismo;
Expansão comercial e marítima que proporcionou aos europeus o contato com diferentes povos, quebrando idéias tidas como verdades absolutas;
O mecenato, praticado por pessoas que interessadas em se projetar, financiavam as atividades dos humanistas.
O Humanismo gerou uma renovação cultural que influenciou de forma direta no desencadeamento do Renascimento.
O Renascimento foi assim, a expressão do movimento humanista nas Artes, Letras, Filosofia, Música e Ciência (AQUINO et al, 1993,81p.), num afluxo de vitalidade que fez vibrar a humanidade europeia. Enquanto pode-se entender o Humanismo com caráter universal, o Renascimento se revestia das cores de um nacionalismo nascente que impulsionado pela burguesia na busca de defesa de seus interesses, iria promover mudanças no cenário econômico e político da Europa.
Dessa forma, podemos notar influências sobre a literatura com o crescimento de um posicionamento crítico como o de Dante Alighieri (A Divina Comédia), Nicolau Maquiavel (O Príncipe), Giovanni Boccacio (O Decameron), Willian Shakespeare (Romeu e Julieta, Otelo, Hamlet entre outros); influências de expoentes artísticos como Leonardo Da Vinci, Miguel Ângelo, Rafael Sânzio, Antônio Corregio, Albrecht Dürer. No campo religioso houve os desdobramentos consequentes da Reforma Protestante que modificou o panorama
No campo Científico podemos destacar o espírito crítico de rejeição dos princípios autoritários predominantes que levaram ao empirismo generalizando o costume de observar os fenômenos naturais de forma racional. Nicolau Copérnico e a teoria heliocêntrica completada posteriormente por Galileu Galilei e por Kepler, Willian Harvey e Miguel Servet (descobriram o mecanismo da circulação do sangue), Giordano Bruno, André Vesálio, Paracelso, Bacon, Descartes.
Considerações finais:
Os aspectos fundamentais do Humanismo histórico foram a reação contra o modo de vida e os valores medievais revalorizando outras culturas, particularmente da greco-romana, na arte, na ciência e na filosofia. Uma nova atitude em relação à natureza, fugindo das interpretações puramente religiosas. E o consequente interesse pela experimentação e investigação do mundo, como uma tendência a buscar explicações naturais e não sobrenaturais.
O Humanismo e sua expressão mais em diversas áreas, o Renascimento, representaram pensamentos que agiram para modificar forças econômicas e sociais da época, numa atitude de questionamento a ordem estabelecida. Mas há de se pensar ainda, que apesar de um grande passo, a sociedade europeia ainda percorreria um bom caminho até se livrar dos valores medievais e se tornar de fato moderna e há questões que permanecem até hoje. Porém é inquestionável o valor desse período e de seus representantes para a humanidade.
Assim, presente resenha tem como objetivo, apontar algumas das principais características do Humanismo e como desencadearam no Renascimento, além de citar alguns dos grandes nomes responsáveis pelas mudanças profundas ocorridas na Europa a partir do século XIV, marcando a passagem do pensamento medieval para o moderno.
O Humanismo e o Renascimento do Homem
Houve um momento na História da Europa marcada pelo desejo de ruptura com o pensamento medieval vigente. E dessa busca surgiu uma nova visão de mundo expressa por um movimento que abrangeu a cultura de uma forma geral onde o homem passou a ser o centro das atenções intelectuais.
O pensamento teocêntrico de uma sociedade fortemente influenciada pela Igreja Católica, pela pobreza da maior parte da população e com uma situação social inferior da burguesia, começou a dar lugar ao antropocentrismo, reagindo contra os padrões culturais de então.
Marcada pela valorização da Antiguidade Greco-Romana Clássica, não se tratando apenas de resgatar uma estética específica, mas a busca de uma inspiração para atingir seus fins, foi um movimento de glorificação do homem: o Humanismo.
Seus principais protagonistas, os chamados humanistas, foram os intelectuais provenientes da burguesia, eclesiásticos, professores, literários, entre outros que não mais aceitavam os valores da Idade Média e a partir do fim do século XIV, (primeiramente na Itália), desenvolveram estudos e diversas obras tendo o homem e a natureza como principal temática promovendo um progresso considerável em diversas áreas do conhecimento, inclusive da Ciência.
Alguns fatores, segundo Aquino et al (1993), apesar de secundários contribuíram para a difusão do Humanismo:
O aperfeiçoamento da imprensa, que possibilitou a impressão de clássicos gregos e romanos e popularizando os livros;
A decadência de Constantinopla com as Cruzadas, acarretando o êxodo de intelectuais bizantinos a grande afluxo de textos antigos para a Itália, berço do Humanismo;
Expansão comercial e marítima que proporcionou aos europeus o contato com diferentes povos, quebrando idéias tidas como verdades absolutas;
O mecenato, praticado por pessoas que interessadas em se projetar, financiavam as atividades dos humanistas.
O Humanismo gerou uma renovação cultural que influenciou de forma direta no desencadeamento do Renascimento.
O Renascimento foi assim, a expressão do movimento humanista nas Artes, Letras, Filosofia, Música e Ciência (AQUINO et al, 1993,81p.), num afluxo de vitalidade que fez vibrar a humanidade europeia. Enquanto pode-se entender o Humanismo com caráter universal, o Renascimento se revestia das cores de um nacionalismo nascente que impulsionado pela burguesia na busca de defesa de seus interesses, iria promover mudanças no cenário econômico e político da Europa.
Dessa forma, podemos notar influências sobre a literatura com o crescimento de um posicionamento crítico como o de Dante Alighieri (A Divina Comédia), Nicolau Maquiavel (O Príncipe), Giovanni Boccacio (O Decameron), Willian Shakespeare (Romeu e Julieta, Otelo, Hamlet entre outros); influências de expoentes artísticos como Leonardo Da Vinci, Miguel Ângelo, Rafael Sânzio, Antônio Corregio, Albrecht Dürer. No campo religioso houve os desdobramentos consequentes da Reforma Protestante que modificou o panorama
No campo Científico podemos destacar o espírito crítico de rejeição dos princípios autoritários predominantes que levaram ao empirismo generalizando o costume de observar os fenômenos naturais de forma racional. Nicolau Copérnico e a teoria heliocêntrica completada posteriormente por Galileu Galilei e por Kepler, Willian Harvey e Miguel Servet (descobriram o mecanismo da circulação do sangue), Giordano Bruno, André Vesálio, Paracelso, Bacon, Descartes.
Considerações finais:
Os aspectos fundamentais do Humanismo histórico foram a reação contra o modo de vida e os valores medievais revalorizando outras culturas, particularmente da greco-romana, na arte, na ciência e na filosofia. Uma nova atitude em relação à natureza, fugindo das interpretações puramente religiosas. E o consequente interesse pela experimentação e investigação do mundo, como uma tendência a buscar explicações naturais e não sobrenaturais.
O Humanismo e sua expressão mais em diversas áreas, o Renascimento, representaram pensamentos que agiram para modificar forças econômicas e sociais da época, numa atitude de questionamento a ordem estabelecida. Mas há de se pensar ainda, que apesar de um grande passo, a sociedade europeia ainda percorreria um bom caminho até se livrar dos valores medievais e se tornar de fato moderna e há questões que permanecem até hoje. Porém é inquestionável o valor desse período e de seus representantes para a humanidade.
Renascimento e
Humanismo 2
O Humanismo
O Humanismo
foi uma ruptura taxativa com o teocentrismo medieval, ou seja, uma nova visão
do Homem no Mundo, passando assim a prevalecer, dentre os intelectuais, a visão
antropocêntrica, com o Homem como o centro das indagações e preocupações, onde
se procurava entendê-lo como indivíduo.
O Humanismo
também deve ser entendido como uma retomada dos valores da antiguidade
clássica, greco-latina, valorizando as obras da Antiguidade Clássica. Os
humanistas esforçaram-se em reencontrar e reunir as obras dos antigos
pensadores, quase todas dispersas nos mosteiros e conventos, conservadas e
copiadas por monges ao longo de toda a Idade Média. No entanto, não devemos
acreditar que tenha sido o Humanismo um fenômeno intelectual que pregasse o
retorno ao modo clássico de pensar, apenas usava este modo como ponto de partida
para uma nova maneira de entender o mundo e o indivíduo, de glorificar o Homem.
Assim, pela nova concepção de pensamento do Humanismo, o centro dos olhares
intelectuais passava a ser o Homem, valorizando-se as ciências e as artes, e
deixando mais de lado, mas sem abandonar, a religião e a Teologia Cristã, base
doutrinária da Igreja Católica Apostólica Romana. Que, só por se considerar, se
auto-nomear católica, a Igreja já se considerava universal (católica =
universal).
Como
fenômeno, o Humanismo foi possível graças a uma série de importantes
acontecimentos, como o aperfeiçoamento da imprensa, já que livros poderiam ser
editados em maior número e seu acesso passou a ser mais fácil e barato. Também
o contato mais freqüente com outros povos, possibilitado pelas grandes
navegações, e até a miscigenação cultural, mesmo que contida, oriunda da queda
de Constantinopla, quando intelectuais bizantinos imigraram, principalmente
para a Itália, trazendo consigo toda uma gama de informações e materiais de
alto valor erudito. Além disso, o Humanismo despertou toda uma nova forma de
ensinar, influenciando ainda o desencadeamento e evolução do Renascimento.
Também, como fator que contribuiu para a difusão do Humanismo, está o mecenato,
prática comum entre burgueses ricos, príncipes e até Papas, que, no interesse
em dar projeção às suas cortes, financiavam as atividades artísticas,
humanísticas.
O Humanismo
também provocou modificações nos métodos de ensino, pois valorizou o
aprendizado de línguas clássicas, como o grego e o latim, possibilitando um
novo estudo da Natureza e desenvolvendo a análise e a crítica na investigação
científica, gerando uma renovação cultural, influindo diretamente no
desencadeamento e na evolução do Renascimento.
Renascimento
Já o
Renascimento, como fenômeno histórico, nada mais foi do que a própria
expressão, personificação, do movimento humanista nas artes, letras, ciências,
filosofia e até na música.
Durante
praticamente toda a Idade Média, no que se refere às artes e saberes, a Europa
também se encontrava atrelada à Igreja Católica Apostólica Romana. Desta forma,
praticamente apenas arte que simbolizasse aspectos religiosos, a chamada arte
sacra, era produzida.
No entanto,
com o desenvolvimento de toda uma burguesia, que pretendia se firmar como uma
classe dominante ou bem próxima do poder, surgiu a figura dos mecenas,
verdadeiros financiadores de obras colossais, tanto em tamanho, como em
conteúdo artístico, que as financiava por uma questão de status, para mostrar o
quanto de poder financeiro possuíam. Também isto passou a ser comum dentre
aqueles monarcas absolutistas que queriam se perpetuar na História pelos
grandes feitos. Alguns faziam até mesmo alusão às pirâmides do Egito, como
imponência e prova de reconhecimento eterno.
O principal
berço do Humanismo e do Renascimento foi a Itália, que também fora no passado o
centro da Civilização Romana, que serviram em grande parte para influenciar os
humanistas e os renascentistas, servindo para posteriormente espalhar o
movimento renascentista por toda a Europa.
Os
renascentistas consideravam a Idade Média como um período de trevas, a “noite
de mil anos”. No entanto, as bases do renascimento foram lançadas em plena
Idade Média. Muitos consideram que o Humanismo e o Renascimento tenham sido a
ruptura com os valores medievais, e não uma continuidade evolutiva. De fato, o
Renascimento representou uma reação aos padrões culturais medievais. Conceitos
como teocentrismo foram preteridos em favor do antropocentrismo, a razão
contrapôs a fé, o paganismo (não ateísmo) se opôs à religiosidade.
Porém, não
foi apenas no campo das artes que o Renascimento tantas mudanças proporcionou.
No campo das Ciências (Renascimento Científico) as mudanças foram ímpares,
sendo que muitos cientistas daquela época, principalmente aqueles que se
dedicaram ao estudo da Física, ainda hoje são glorificados e laureados, como é
o caso de Nicolau Copérnico, Galileu Galilei e Johann Kepler. No campo
literário (Renascimento Literário), Luís de Camões, Nicolau Maquiavel, Dante
Alighieri e William Shakespeare foram alguns dos grandes expoentes do
Renascimento, certamente com grande destaque. No campo das artes plásticas
(Renascimento Artístico), destacaram-se, entre outros, pintores como Rubens, El
Greco e mesmo o grande mestre Michelangelo, autor das pinturas que decoram a
Capela Sistina. No entanto, talvez o nome que mais personifique o espírito do
Renascimento e sua base humanista seja a figura de Leonardo da Vinci que se
destacou em praticamente todas as áreas do pensamento humano, sendo ainda hoje
bastante contemporâneo.
A relação do
movimento renascentista com a burguesia é percebida no interior das grandes
cidades comerciais italianas do período. Gênova, Veneza, Milão, Florença e Roma
eram grandes centros de comércio onde a intensa circulação de riquezas e idéias
promoveram a ascensão da nova classe artística italiana e de um novo modo de
perceber o mundo. O período renascentista, para seu melhor entendimento, pode
ser dividido em três períodos: o Trecento (século XIV), o Quattrocento (século
XV) e o Cinquecento (século XVI). Cada período abrangendo, respectivamente, uma
parte do período que vai do século XIV ao XVI.
O Trecento,
também chamado de pré-renascimento foi o período que representa a fase inicial
de elaboração da nova cultura renascentista, quando terão início alguns dos
princípios mais importantes da nova forma artística e de pensamento Humanista,
embora ainda estejam presentes uma grande quantidade de aspectos medievais.
Abrangia quase que exclusivamente aos artistas italianos, em especial os da
cidade de Florença.
O Quattrocento é a época das grandes realizações do
Renascimento, quando ocorreu o florescimento das cidades-estado italianas
independentes, como Florença, Veneza e Milão. Neste período, Florença tem um
papel de destaque na cultura italiana e européia, principalmente pela ascensão
da família Médici, que terão controle sobre a cidade por mais de meio século,
tornando-a o centro de irradiação do Renascimento clássico cenário das suas
manifestações mais importantes.
É um período
de grandes realizações, da consagração do Humanismo, quando o estudo da língua
grega se torna possível na Universidade de Florença, por exemplo.
No
Quattrocento, as classes dominantes florentinas, por exemplo, passa a
patrocinar grandes artistas, sob a forma de mecenato, financiando algumas das
mais importantes obras do Renascimento. Com o acúmulo de riquezas e as
expansões econômicas advindas desse acúmulo, Florença passa a “exportar”
artistas para outras regiões da Itália e da Europa, difundindo assim o
renascimento a outras regiões. Nas artes plásticas, principalmente na pintura,
o Quattrocento florentino redescobriu a técnica perdida de criar a ilusão de
volume, aprimorando o uso da perspectiva linear, com os correspondes efeitos de
luz.
Na fase final
do Renascimento, chamado de Cinquecento, o
movimento renascentista ganhou grandes proporções, dominando várias regiões do
continente europeu. Neste momento, as cidades-estado italianas começam a
enfrentar graves problemas econômicos, principalmente devido às grandes
navegações portuguesas e espanholas, o que acaba por gerar problemas sociais,
tirando da Itália o eixo dos principais acontecimentos, e passando a Inglaterra
a ter uma grande expansão de seu poder na Europa, além da independência da
Holanda, após uma longa guerra de libertação contra os espanhóis, tendo, mais
tarde, importante papel no movimento da Reforma. Também é neste período que
surgem os movimentos da Reforma e da Contra-Reforma. Os precursores e
disseminadores da Reforma foram fortemente influenciados pelos humanistas e
defendiam o retorno do homem às suas origens cristãs, mas com outra concepção
de sua relação com Deus, assim, o homem poderia estar próximo de Deus, que não
seria mais um deus punitivo e sim um deus benevolente.
No aspecto
artísticos, os grandes destaques para este período são Leonardo da Vinci,
Michelangelo e Rafael.
CURIOSIDADES:
No
renascimento e humanismo
o universo e
o ser humano foi
encarados com
outros olhos,(como se estivecem se descobrindo).
Sugestões de
leitura:
o:p>
Fonte texto
1: http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/57153/o-humanismo-e-o-renascimento-do-homem
Fonte texto
2: : http://www.debatesculturais.com.br/humanismo-e-renascimento/
Fonte vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=I82At8wtk_Q


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